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Mais uma categoria amea�a paralisa��o

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Mais uma categoria pode paralisar as atividades por motivos salariais. Nas quarta e quinta-feiras da semana que vem, os trabalhadores dos setores públicos agrícola e ambiental realizam assembleia em Maceió e em duas cidades do interior. A reivindicação de um dos segmentos que compõem a categoria é o pagamento de reajuste já decidido pela Justiça ? situação semelhante a dos procuradores de Estado, que hoje devem decidir se paralisam as atividades por tempo indeterminado, a partir de amanhã. É também nesta quinta-feira que um terceiro segmento de servidores públicos estaduais, ligados ao Fisco (Secretaria da Fazenda), iniciam sua greve de advertência, por período de 72 horas. Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Fiscais de Renda (Sindifisco), Aderval Viana, a categoria deve marcar o início da mobilização com ato público no saguão de entrada do prédio sede da Secretaria da Fazenda, no bairro da Cambona, próximo à Praça dos Martírios. Procuradores avaliam greve geral Os procuradores de Estado iniciaram sua mobilização de advertência nessa terça-feira. O movimento também tem duração de 72 horas, mas, segundo o presidente da associação que representa o segmento, Flávio Gomes de Barros, hoje à tarde deve ser decidido se a paralisação adquirirá caráter de suspensão das atividades por tempo indeterminado. ?Isso vai depender de o governo apresentar ou não uma proposta de negociação?, disse o presidente da Associação dos Procuradores de Estado (APE). Ele voltou a contestar a classificação de ?intransigente? dada ao movimento da categoria. Categorias cobram acordo judicial Na semana que vem, o Sindicato dos Trabalhadores do Setor Público Agrícola e Ambiental (Sindagro) promove assembleia em três cidades de Alagoas para decidir que tipo de mobilização os cerca de 1.010 filiados adotarão para cobrar do governo cumprimento de decisão judicial e de atualização dos vencimentos. ?A categoria é composta por trabalhadores celetistas e estatutários. Cada um desses segmentos tem uma reivindicação que o governo precisa cumprir?, disse Rômulo Ebrahim, primeiro secretário do Sindagro. Os servidores celetistas (regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho, CLT, regime vigente para a iniciativa privada) estão ligados à Companhia de Recursos Humanos e Patrimônio (Carhp), que absorveu pessoal de empresas estaduais extintas, como Empresa Alagoana de Extensão Rural (Emater), Empresa de Desenvolvimento de Recursos Naturais (EDRN) e Companhia de Desenvolvimento de Alagoas (Codeal).

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