Política
Vilela repudia a��o de manifestantes
Após cumprir sua agenda em busca de recursos federais, em Brasília, o governador repudiou ontem os atos de depredação dos prédios do Palácio República dos Palmares e da Assembleia Legislativa do Estado (ALE), ocorridos durante manifestação de movimentos sindicais dos servidores estaduais e de associações militares, na última quarta-feira (1). Por meio de seu perfil do Twitter, na internet, Vilela disse que não vai mais tolerar o ?desrespeito ao Estado? e nem aceitará a ?desordem e a agressão à cidadania e ao zelo da coisa pública?. O governador afirmou que após ?rigorosa apuração? o Estado irá identificar e responsabilizar os culpados pelos danos ao patrimônio público. ?Sobre os atos de violência e de depredação de bens públicos, que voltaram a acontecer ontem [quarta-feira], em Maceió, o meu total repúdio. Determinei rigorosa apuração para que se identifique e se cobre dos culpados a devida responsabilidade. Chega de desrespeito ao Estado. A sede do governo foi construída com dinheiro público e é um bem do povo. Sou um democrata por formação e o meu governo não se opôs e nem impediu e nem impedirá atos públicos pacíficos. Tampouco aceitarei a desordem e a agressão à cidadania e ao zelo da coisa pública?, publicou o governador, em seu perfil do microblog, no início da noite de ontem. Tucano segue afastado do Estado Na capital federal, Vilela se reuniu com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e com o ministro da Fazenda, Guido Mantega O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) permaneceu ontem em Brasília, onde reforçou pleitos para a ampliação em R$ 650 milhões dos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) junto à ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Além de visitar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, para demonstrar contrariedade ao pedido de extinção da 17ª Vara Criminal da Capital, Vilela ainda se reuniu com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que determinou ao Tesouro Nacional que busque uma melhor forma de equacionar a reestruturação da dívida pública de R$ 7 bilhões do Estado com a União.