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Procuradores querem novo chefe na PGE

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Em meio à turbulência com acusações que envolvem membros da Procuradoria Geral do Estado (PGE), os discursos entre as partes continuam desencontrados. Enquanto o procurador-geral, Charles Weston Fidelis, tenta manter a normalidade na rotina de trabalho e defende o diálogo para resolver diferenças e acabar com a crise, representantes da Associação dos Procuradores do Estado de Alagoas (APE/AL) mantêm a paralisação de 72 horas ? iniciada ontem ? sob a alegação de que ?o sentimento atual da categoria é de impossibilidade de convivência profissional com o procurador-geral?. A crise na PGE foi revelada ontem, com exclusividade, pela Gazeta. Diante do clima de insatisfação, o procurador e presidente da APE/AL, Flávio Gomes de Barros, esteve durante boa parte da manhã de ontem em reunião com o vice-governador José Thomaz Nonô (DEM). Já no início da tarde, procuradores se mobilizaram na sede da APE, que fica ao lado da PGE, para protestar contra as decisões do procurador-geral Charles Weston, que, segundo os manifestantes, teria remanejado três procuradores das antigas funções como forma de ?retaliação?. Durante a assembleia que reuniu parte dos procuradores, algumas faixas de repúdio ao procurador-geral foram espalhadas na frente do prédio. Crise se estende há mais de 2 meses A hostilidade entre o procurador-geral e parte dos procuradores vem acontecendo há aproximadamente dois meses, mas seu ápice foi desenhado na terça-feira passada, após o remanejamento de três procuradores que atuavam na área da Procuradoria de Licitação, Contrato e Convênios (PLIC), e agravado após o chefe e os procuradores trocarem ?farpas? através de notas. |WC

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