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Dnit em AL falou sobre o TCU para Pagot

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O nome do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em Alagoas está no ?listão? do Tribunal de Contas da União (TCU) que aponta superfaturamento de R$ 78 milhões em obras comandadas pelo órgão em rodovias brasileiras. O novo relatório do TCU, que veio a público esta semana, em reportagem do Jornal Nacional, aponta irregularidades em obras que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No Estado o problema estaria na recuperação e manutenção da BR-101. Apesar do relatório oficial, a superintendência do departamento em Alagoas nega qualquer ato contrário à lei. Ontem, o superintendente regional do Dnit, Fernando Fortes Filho, disse que não há qualquer irregularidade no processo de contratação das empresas responsáveis pela recuperação e manutenção da rodovia. Disse, aliás, que ?não há sequer uma empresa contratada? e jogou a culpa pelo que chama de ?confusão? para o TCU. Falou ainda sobre ?enganos? que teriam sido cometidos por um auditor do TCU enviado ao Estado para analisar o processo e afirmou que prefere confiar no trabalho do Serviço de Engenharia do Dnit. PF pode investigar superfaturamento | ANA CAROLINA OLIVEIRA - FÁBIO GUIBU / Folhapress Brasília, DF ? O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) disse ontem que a Polícia Federal pode abrir novos inquéritos para investigar superfaturamento de obras coordenadas pelo Ministério dos Transportes. ?Nós recebemos uma representação que pedia a abertura de inquérito exatamente em relação ao Ministério dos Transportes. Houve uma determinação minha à Polícia Federal que analisasse os fatos noticiados para verificar se em relação a algum deles não havia ainda inquérito aberto. Naqueles que eventualmente não tenham implicado ainda na abertura de inquérito, serão abertos novos inquéritos?, declarou Cardozo. O Tribunal de Contas da União (TCU) produziu um novo relatório em que aponta superfaturamento de mais de R$ 78 milhões em obras do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes. Ao todo, 63 obras em rodovias brasileiras, feitas sob a responsabilidade do órgão, foram fiscalizadas pelo tribunal. A denúncia foi feita anteontem pelo Jornal Nacional, da TV Globo. Direção do PR baixa ?lei da mordaça? | ANDREA JUBÉ VIANNA - Agência Estado Brasília, DF ? A direção do PR baixou a ?lei da mordaça? no partido, orientando seus integrantes a parar de reclamar da presidente Dilma Rousseff e da exposição pública de filiados no escândalo dos transportes. De acordo com um parlamentar do partido, a mágoa com a forma com que estão sendo tratados se alastra pela bancada de 40 deputados. O deputado Diego Andrade (PR-MG) ? que encabeça o movimento pela criação do Partido do Desenvolvimento Nacional (PDN) ? disse que sente ?angústia e insatisfação? com a crise envolvendo o partido, mas defendeu que se aprofundem as investigações para apurar responsabilidades e apontarem os verdadeiros culpados. Após sua demissão do cargo de ministro dos Transportes, o presidente do PR, Alfredo Nascimento, que é senador pelo Amazonas, não se manifestou publicamente sobre a crise, que já provocou 16 demissões na pasta e no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O secretário-geral e principal cacique da sigla, deputado Valdemar Costa Neto (SP), também se calou. O líder do PR no Senado, Magno Malta (ES), não tem sido encontrado para comentar a crise. CGU abre investigações sobre ex-dirigentes | VANNILDO MENDES - Agência Estado Brasília, DF ? A Controladoria Geral da União (CGU) abriu ontem mais sete investigações a respeito de atos de ex-dirigentes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), afastados por suspeita de corrupção, desvio de dinheiro público e tráfico de influência. Um dos alvos é o ex-secretário executivo do órgão José Henrique Sadok de Sá, afastado após reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo revelar que a empresa da mulher dele, Ana Paula Araújo, ganhou contratos no valor de pelo menos R$ 18,9 milhões para tocar obras rodoviárias em Roraima. Outro processo aberto é uma sindicância patrimonial, para apurar possível enriquecimento ilícito de Mauro Barbosa, ex-chefe de gabinete do ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, que renunciou ao cargo em meio às denúncias. Reportagem publicada pelo Estadão em 6 de julho revelou que o dirigente estava construindo uma mansão de 1.300 metros quadrados no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, avaliada em R$ 4 milhões. Barbosa é suspeito de ser um dos operadores do esquema de arrecadação de propina montado pelo PR na Pasta.

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