loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
sábado, 01/08/2026 | Ano | Nº 6279
Maceió, AL
25° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Política

Política

Collor quer discuss�o sobre documentos

Ouvir
Compartilhar

O senador Fernando Collor (PTB) subiu à tribuna do Senado, ontem, para esclarecer a posição dele com relação ao projeto que regula o acesso a informações públicas. O projeto deve entrar em pauta na próxima quinta-feira (25) na Comissão de Relações Exteriores do Senado (CRE), da qual o senador é presidente, e depois segue para plenário. Fernando Collor fez questão de ressaltar quatro aspectos importantes que envolvem o tema e que, na visão dele, necessitam ser bem esclarecidos, diante de inúmeras matérias que vinham sendo veiculadas pela imprensa desde o início do ano, quando o projeto chegou ao Senado, alterado pela Câmara dos Deputados. Entre os pontos avaliados pelo senador estão: a questão do sigilo eterno; a publicidade por meio da internet; a garantia dos direitos humanos e, por último, o suposto interesse pessoal quanto à proposta. A respeito do primeiro ponto, Collor afirmou: ?Não defendo nem proponho o sigilo eterno?. Senador pede cautela com a internet Sobre o segundo ponto da questão, a emenda que obriga a divulgação dos documentos pela internet, o senador Fernando Collor considerou uma espécie de oficialização do Wikileaks, com todos os seus inconvenientes e perigos, inclusive diante de possíveis e prováveis ações de hackers. O senador disse que sua proposta é no sentido de que a divulgação na rede mundial de computadores seja uma possibilidade ? e não uma obrigatoriedade. Collor lembrou que ?determinadas informações e documentos, ainda que passíveis de divulgação ou quebra de sigilo, interessam tão somente à sociedade e ao Estado brasileiros, devendo estar submetidos a regras específicas que impeçam irem além de nossas fronteiras nacionais. Na internet, isso se torna impossível?. Com relação ao terceiro ponto, a questão relativa aos direitos humanos, o senador Fernando Collor disse que a proposta é manter o dispositivo nos termos emendados pela Câmara, garantindo-se o direito à população.

Relacionadas