Política
Eliana Calmon nega que tenha generalizado
Brasília, DF ? A corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Eliana Calmon, defendeu-se das acusações ? feitas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso ? de que teria ?generalizado? e manchado a honra do Judiciário ao afirmar que existem ?bandidos? escondidos por trás da toga. ?Até hoje leio [as declarações] e não vejo essa generalidade. Eu sou magistrada de carreira e não posso, absolutamente, fazer uma acusação geral contra a magistratura?, disse ela, reiterando as denúncias: ?Temos, sim, muitos problemas de bandidos que buscam esta proteção [de ter cargo de juiz]?. Desde que a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) questionou no STF o poder do CNJ de investigar juízes acusados de corrupção antes de as corregedorias estaduais concluírem os processos disciplinares, Eliana viu-se envolvida em uma polêmica sobre o papel do Conselho.