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PF intensifica investiga��es da Rodoleiro

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O dono da Academia Top, Sérgio Gomes de Barros, foi preso novamente, pela Polícia Federal, nos desdobramentos da Operação Rodoleiro, que apura fraudes na folha de pessoal do Tribunal de Contas do Estado (TCE), para obter pagamento indevido de restituições do imposto de renda. Agora, a prisão decretada pela Justiça Federal, e que também alcança os dois outros presos, é preventiva, que tem duração maior que a temporária. Ontem, o superintendente da PF em Alagoas, delegado Amaro Vieira, esteve reunido com representantes do Ministério Público Federal (MPF), mesmo não havendo expediente na Procuradoria da República em Alagoas, fechada até a próxima quinta-feira. No encontro, Vieira recebeu o inquérito do caso, para analisar. Isso indica que as investigações devem entrar numa segunda fase, que deve ter novas diligências. Ao conceder entrevista sobre a operação, há duas semanas, Polícia e Receita Federal já anunciavam que as apurações não seriam encerradas com as prisões, além de Sérgio Gomes, do diretor de pessoal do TCE, José Barbosa Pereira, e do diretor financeiro, Dêvis Portela de Melo Filho. Empresário também recebia salário do TC O empresário Sérgio Gomes de Barros foi preso no sábado pela manhã, na própria sede da Polícia Federal. Ele tinha sido convocado a prestar novas informações aos responsáveis pelas investigações ? logo após a prisão, tanto ele quanto os dois outros acusados prestaram depoimento aos delegados. Ao chegar, o empresário foi informado do novo decreto e recebeu voz de prisão. Ele estava acompanhado de seu advogado e, segundo quem estava presente, não esboçou reação. Sérgio Gomes de Barros conheceu os diretores do TCE quando ainda era gerente de um posto de atendimento do banco Bradesco que funcionava no prédio do Tribunal. Segundo as investigações, depois disso, ele passou a figurar na folha de pagamento do TCE, mesmo não sendo servidor do quadro.

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