Política
ALE lembra centen�rio de Arnon de Mello
A Assembleia Legislativa de Alagoas realizou sessão especial, ontem, para homenagear o centenário de nascimento do senador Arnon de Mello. O autor da proposta de homenagem, deputado João Henrique Caldas (PTN), justificou sua realização como tributo ao homem público, pioneiro, em especial na educação, pela construção de escolas e do maior centro de ensino médio da América Latina, o Cepa. ?Apesar de ser um parlamentar jovem, que não foi contemporâneo de Arnon de Mello, quero trazer para esta geração, justamente para os que não puderam conviver com ele, o tributo ao homem público, ao político que esteve à frente de sua geração. É uma forma de continuar com o legado?, disse o parlamentar. O vice-presidente do Instituto Arnon de Mello (IAM) e presidente do Conselho Estratégico da Organização Arnon de Mello (OAM), Carlos Mendonça, proferiu pronunciamento, na tribuna da Assembleia, em que relembrou episódios da história pessoal de Arnon de Mello e de sua trajetória, de Rio Largo ao Rio de Janeiro e de volta a Alagoas. ?É uma honra muito grande que a Assembleia Legislativa do nosso Estado presta ao homem que, sem dúvida, abriu as portas do desenvolvimento de Alagoas?, destacou, antes da instalação da sessão solene. Sessão debate contratos do tipo PPP Várias entidades, tendo à frente a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), lançaram a Campanha Nacional Água para o Brasil ? Contra a Privatização e as PPPs no setor de água e saneamento. A programação, que é de caráter nacional e trouxe a Alagoas o presidente da FNU, Franklin Moreira Gonçalves, foi realizada no plenário da Assembleia Legislativa, onde, em seguida, houve sessão pública com o mesmo tema, proposta pelo deputado estadual Ronaldo Medeiros (PT). E, ainda ontem, a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) abriu a licitação para escolha da empresa responsável pela implantação do sistema adutor do Agreste, para beneficiar Arapiraca e mais nove cidades da região, além da Mineradora Vale Verde, que atua em Craíbas. Orçado em R$ 143 milhões, o projeto terá, segundo o governo, 57 km de adutoras e consta de captação, tratamento e distribuição, e há duas semanas foi motivo de pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa.