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Servidores da Assembleia cobram PCC

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O ânimo voltou a ficar acirrado entre os servidores da Assembleia Legislativa do Estado (ALE) e a Mesa Diretora da Casa de Tavares Bastos, após um grupo de servidores encontrar as portas da sede do Legislativo fechadas, na manhã de ontem, no horário em que haveria uma reunião para tratar da reivindicação de implantação do Plano de Cargos e Carreira (PCC) da categoria. A situação se agravou à tarde, quando o presidente Fernando Toledo (PSDB) foi acusado por deputados petistas de ter praticado um ato de improbidade administrativa ao decidir cancelar a sessão ordinária de ontem, após os servidores serem convencidos por sindicalistas a deixar de comparecer ao plenário, em protesto pelo fechamento da Casa. No horário regimental para início da sessão, as escadas da entrada da sede do Legislativo serviram de palanque para discursos inflamados, com os servidores acusando deputados de ?querer fazer greve pelos servidores para buscar dinheiro no governo?, ao decidir fechar a ALE pela manhã. Indefinição se arrasta há dois anos Entre protestos, promessas e ações judiciais, a lei que implantou o Plano de Cargos e Carreira (PCC) dos servidores da Assembleia é descumprida há mais de dois anos. O projeto de lei foi aprovado por unanimidade em 4 de junho de 2009 e garante aos servidores do Legislativo a progressão funcional e a correção de distorções salariais entre cargos semelhantes. O PCC chegou a ser vetado pelo governador Teotonio Vilela Filho (PSDB). Mas o veto foi derrubado pela ALE por unanimidade. Desde então, duas composições da Mesa Diretora, lideradas pelo presidente Fernando Toledo, atrelam o cumprimento da lei e implantação do PCC ao reajuste do duodécimo da Casa de Tavares Bastos.

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