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Conselho da PGE cobra publica��o de nota

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A edição de ontem do Diário Oficial do Estado foi marcada pela ausência da nota do Conselho Superior da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que aponta irregularidades na ?contratação? de R$ 5,5 milhões em consultoria que precede a reforma de escolas públicas estaduais. A inexistência da publicação mobilizou, ontem, procuradores no sentido de garantir a exposição da nota que aponta indícios de ilegalidades atribuídos à conduta do secretário de Estado da Educação e do Esporte, Adriano Soares. O secretário do colegiado, Maurício Rêgo, estranhou a alegação de ?problemas técnicos? para a não publicação, no Diário, da manifestação, aprovada por unanimidade dos conselheiros na última quinta-feira (24). ?Era para ter saído hoje [ontem] e não saiu. Então, é muito suspeito, né? O Conselho Superior está no topo da pirâmide institucional e suas deliberações não podem ser tolhidas por nenhum órgão que seja inferior ao colegiado. Foram alegadas questões técnicas. Mas o padrão da nota está dentro da normalidade. Se não sair amanhã [hoje], vamos pedir mais esclarecimentos sobre estas ?questões técnicas??, disse o procurador Maurício Rêgo. Reunião discute o ?Alagoas Tem Pressa? Durante todo o dia de ontem, a equipe do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) esteve reunida com o chefe do Executivo, em um hotel de luxo da Pajuçara, para avaliar as metas do Programa Alagoas Tem Pressa. Foi o último encontro do ano para discutir as 95 ações prioritárias do programa, ocasião em que se realizou a primeira avaliação do cumprimento das metas do Alagoas Tem Pressa. A avaliação de Vilela foi positiva com relação ao programa, lançado em maio deste ano para integrar o trabalho de todas as secretarias em torno do cumprimento de metas com o objetivo de ?acelerar a reversão? dos péssimos indicadores sociais e ?erradicar a pobreza extrema? em que vive 20,4% da população de Alagoas, segundo dados do IBGE.

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