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Vilela admite presen�a do PCC em Alagoas

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O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) admitiu, ontem pela manhã, que traficantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) podem estar atuando em Alagoas e ser responsáveis pelos quatro atentados a ônibus cometidos nos últimos 30 dias em Maceió, além de ameaças de arrastões na periferia. As declarações foram dadas na chegada de Vilela à celebração do início da vigília por justiça pela morte da deputada federal Ceci Cunha, na Catedral Metropolitana de Maceió. ?Essa é uma estratégia que o PCC usou no Rio de Janeiro e em São Paulo. É uma conexão lá no presídio que está provocando isso. Ele [o PCC] veio para cá desde que o Fernandinho Beira-Mar [traficante carioca] foi trazido para Alagoas, há dez anos. A partir daquele momento, o crime em Alagoas cresceu e se intensificou muito, sem dúvida, com o aprendizado que se trouxe para cá dessas técnicas e desses métodos dos bandidos, implantados lá pelo PCC?, declarou Vilela, depois de a Gazeta questioná-lo se ele acreditava na presença da facção paulista em Alagoas. Governador quer mais apoio da União O governador também afirmou que tratará do apoio do governo federal a diversas ações de combate à violência em Alagoas com a presidente Dilma Rousseff, a exemplo do acolhimento dos dependentes químicos em comunidades terapêuticas e da implantação de sistemas novos de ação das polícias, como a Polícia Comunitária e a Ronda Cidadã. ?O combate é sem tréguas. São ações nas mais diversas frentes que estamos empenhando de forma muito aguerrida. Estamos precisando de reforço. Não paramos nem desistimos. O caminho é este, e tenho certeza de que é uma questão de tempo, espero que pouco tempo, para que resultados efetivos aconteçam no sentido de reduzir a criminalidade. Este é um problema do Nordeste, do Brasil e do mundo. Tem Estados que não estão conseguindo reduzir, como Alagoas?, disse o governador.

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