Política
Gecoc n�o descarta crime pol�tico
O Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) defende que é preciso ?cautela? antes de concluir se o atentado a bala contra Nivaldo Albuquerque Neto foi consequência de um assalto malsucedido. Ao contrário do que antecipou a Polícia Civil uma semana após o crime, em coletiva anunciando a solução do caso, o promotor do Gecoc, Luiz Vasconcelos, ainda investiga a hipótese de crime político. A Gazeta apurou que o pai da vítima, deputado estadual Antonio Albuquerque (PTdoB), já teria comentado com amigos e parentes que não aceita a versão de assalto. Isso porque os criminosos deixaram de levar um relógio caro, o celular de última geração e os R$ 2 mil que estavam na carteira de Nivaldinho. O deputado não fala sobre o assunto com a imprensa, mas recebeu a informação de que os próprios bandidos teriam abandonado a picape do filho dele, a poucos metros do local do ataque, e disparado vários tiros contra o veículo.