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“O que tem de fazer � abrir arquivos para historiadores”, diz general

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Ex-presidente do Clube Militar, o general da reserva Gilberto Figueiredo ressaltou que não poderia falar em nome da entidade, mas também se mostrou preocupado com a Comissão da Verdade. ?Depois de nomeados os membros, a gente pode avaliar?, declarou. ?Imaginamos que seja factual. Na verdade, essa comissão é desnecessária. O que tem de fazer é abrir arquivos para historiadores, que têm de fazer as versões. Uma comissão nomeada por uma única pessoa (a presidente Dilma Rousseff), que é interessada, por que participou (da luta armada)? Essa comissão tem tudo para não apurar nada ou só parte. Tem de ser apurado, mas por quem é profissional do assunto. De repente, pode ser que a presidente nomeie gente isenta. O que preocupa é o possível facciosismo. Tem de apurar o que aconteceu dos dois lados?. Um membro da direção do Clube Militar, sob anonimato, também afirmou que a futura composição da Comissão da Verdade preocupa. O oficial da reserva defendeu a pacificação dos ânimos, mas também defendeu que os membros do organismo, que a presidente Dilma ainda não nomeou, sejam historiadores. Na sexta-feira, o Clube Naval divulgou em seu site nota afirmando que o documento assinado pelos três Clubes de oficiais das Forças Armadas ? anteriormente ao manifesto que recebeu mais de 230 assinaturas ? não havia sido aprovado para a divulgação. ?

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