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Nº 5714
Política

Renan e T�o confirmam favoritismo e s�o reeleitos

Os senadores Renan Calheiros (PMDB) e Teotônio Vilela Filho (PSDB) se reelegeram. Até o fechamento desta edição eles tinham 42,6% e 39,9% dos votos válidos para o Senado, respectivamente. Na disputa pela Câmara Federal, os candidatos João Lyra (PTB) e Ola

Por | Edição do dia 07/10/2002 - Matéria atualizada em 07/10/2002 às 00h00

Os senadores Renan Calheiros (PMDB) e Teotônio Vilela Filho (PSDB) se reelegeram. Até o fechamento desta edição eles tinham 42,6% e 39,9% dos votos válidos para o Senado, respectivamente. Na disputa pela Câmara Federal, os candidatos João Lyra (PTB) e Olavo Calheiros (PMDB) disparavam e lideravam a votação, com 105.361 e 78.284 votos, respectivamente 9,67% e 7,19% dos votos válidos. Pelo número de votos obtidos, completavam a lista dos mais votados para deputado federal os candidatos João Caldas (PL), Rogério Teófilo e José Thomaz Nonô (PFL), Givaldo Carimbão (PSB), Benedito de Lira e Luiz Dantas (PTB) e Helenildo Ribeiro (PSDB) – esses completam as nove vagas de Alagoas. Maurício Quintella (PSB) estava à frente de Augusto Farias (PPB), que precisava ser beneficiado pela votação de João Lyra para se reeleger, embora tivesse pouco mais de 40 mil votos, computadas 96,2% das urnas. Mas apesar da votação individual, quem iria definir a composição da nova bancada de Alagoas na Câmara Federal seria o quociente das coligações. Por exemplo: o PFL tem dois candidatos – Rogério Teófilo, com 63.430 votos, e José Thomaz Nonô, com 54.076 – mas apenas um deles deve chegar à Câmara Federal. As coligações Na eleição para o Senado, a surpresa foi o candidato do PSTU, Manoel de Assis, que somava 8.740 votos. Eduardo Bonfim (PCdoB), terceiro candidato ao Senado mais votado, tinha em 96,2% das urnas 112 mil e 830 votos; Ildo Rafael somava 88 mil 276 votos, Geraldo Bulhões 64 mil 611 votos, Heth Cesar 24 mil 388 votos, Raimundo Palmeira 19 mil 902 votos, para o total de 1 milhão 820 mil e 647 votos válidos. Do total de votos previstos, que era de 2 milhões 388 mil e 76, haviam sido registrados 178 mil 742 votos em branco, 388 mil e 687 nulos. Outro dado que chamou a atenção foi o exagerado número de votos nulos para o Senado, o que equivale a mais da metade dos votos obtidos, por exemplo, pelo senador Teotônio Vilela, que somava 727 mil e 191 votos – Renan Calheiros tinha 773 mil 780 votos. Para as coligações, a expectativa é de que o quadro dos novos deputados eleitos para a Câmara Federal mude pouco – a rigor, apenas três novos deputados para a bancada de nove. São eles: João Lyra (PTB), Rogério Teófilo (PFL) e Maurício Quintella (PSB), que poderia ir para a Câmara Federal dependo da totalização do resultado. A coligação PT/PL, pelos números, elegeria apenas o deputado João Caldas; a coligação PTB/PFL/PPB/PRTB elegeria João Lyra, Luiz Dantas, Benedito de Lira e Rogério Teófilo; pela coligação do PSB já estava eleito Givaldo Carimbão, entrando na disputa Maurício Quintella. As vagas restantes estavam sendo disputadas por Helenildo Ribeiro (PSDB), José Thomaz Nonô e Augusto Farias (PPB). Na eleição para a Assembléia Legislativa, lideravam a lista, pela ordem de votos válidos, os candidatos Antônio Albuquerque, João Beltrão, Celso Luiz, Isnaldo Bulhões, Ziane Costa, Alves Correia, Sérgio Toledo, Francisco Tenório, Cícero Amélio, Marcos Ferreira, Artur Lira, Zé Pedro da Aravel, Cícero Ferro, Cícero Almeida, Temóteo Correia e Gilvan Barros.

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