app-icon

Baixe o nosso app Gazeta de Alagoas de graça!

Baixar
Nº 5712
Política

Pol�cia confirma tranq�ilidade nas elei��es

Maceió teve uma das eleições mais tranqüilas dos últimos anos. Segundo o diretor do Departamento de Polícia da Capital (Depoc), delegado Antônio Monteiro, ocorreu uma prisão em flagrante, por perturbação da ordem, um Termo Circunstanciado de Ocorrência

Por | Edição do dia 07/10/2002 - Matéria atualizada em 07/10/2002 às 00h00

Maceió teve uma das eleições mais tranqüilas dos últimos anos. Segundo o diretor do Departamento de Polícia da Capital (Depoc), delegado Antônio Monteiro, ocorreu uma prisão em flagrante, por perturbação da ordem, um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), por boca-de-urna, ou seja, infringir o Artigo 59 da Lei 9504/97, além de nove detenções, a maioria de adolescentes, que foram colocados em liberdade por ordem judicial. O diretor do Depoc destacou que a prisão aconteceu na Escola Kátia Assumpção, no Jacintinho. Wilson Bertoldo de Lima estava visivelmente embriagado, tumultuando a ordem e foi recolhido pela guarnição da Polícia Militar que se encontrava no local. O delegado do 9º Distrito, Aguinaldo Ramos, decidiu autuá-lo em flagrante. E o acusado vai ter que se explicar com a Justiça, a partir de hoje. O delegado do 9º Distrito também foi o responsável pelo único TCO do dia das eleições. Daismary Borges da Silva, 38, Carlos André Neves de Souza, 23, Ileide Maria da Conceição, 44, e Fabiana da Conceição, 19, foram presos pela guarnição, comandada pelo soldado PM José Ronaldo Barbosa dos Santos, da Radiopatrulha, acusados de fazerem boca-de-urna, em frente ao Supermercado Santa Helena, no Jacintinho. Após serem informados de que iriam responder na Justiça pelo crime, o grupo foi liberado pelo delegado Aguinaldo Ramos. O coronel Edmilson Cavalcante, comandante do Policiamento da Capital (CPC), revelou ter reforçado o policiamento em vários locais de votação, pois, em virtude do atraso e das longas filas, dezenas de pessoas perderam a paciência. “Nossa orientação foi de que os militares pedissem calma aos eleitores intranqüilos”, completou o oficial da PM.

Mais matérias
desta edição