Política
Delegado pode voltar a ser preso
O Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) pediu, na tarde de ontem, a prisão preventiva do delegado Haroldo Lucca e de mais três pessoas acusadas de se apropriar, indevidamente, dos cheques apreendidos durante a Operação Espectro e que estavam na Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Decotap). A ação apurou irregularidades na compra de alimentos para o sistema prisional. Todos os acusados também foram denunciados em ação penal pelo Ministério Público Estadual (MP). O delegado Haroldo Lucca, a esposa dele, Marcela Pereira Torres, além do comerciante Márcio Magalhães Costa, o autônomo Cássio Felipe Moura Magalhães e Marcos Gomes Pontes de Miranda ? este último, corretor de imóveis ? foram denunciados, penalmente, pela prática dos crimes de peculato ? uso da função pública em benefício próprio ? e formação de quadrilha.