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Condenados na Taturana alegam prescri��o

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Verba de gabinete não é recurso público e o crime já prescreveu. Esses são alguns dos argumentos da defesa dos condenados em dois processos decorrentes da Operação Taturana. Duas sentenças na última terça-feira de juízes da força-tarefa do Tribunal de Justiça, para julgar processos por improbidade, condenaram quinze indiciados na operação a ressarcir mais de R$ 4,2 milhões aos cofres públicos. Entre eles estão o prefeito de Maceió, Cícero Almeida (PSD); o presidente eleito do Tribunal de Contas, Cícero Amélio; o deputado estadual João Beltrão (PRTB); o deputado federal Arthur Lira (PP), e o futuro deputado federal Paulo Fernando Santos, o Paulão (PT). Segundo a denúncia, os então deputados tiraram empréstimos em bancos privados usando a verba de gabinete. Os condenados ainda podem recorrer da decisão. O prefeito Cícero Almeida informou que não se pronunciaria sobre a decisão ? apenas seus advogados. O advogado Marcelo Brabo disse que houve equívoco na sentença. ?Não temos dúvida de que será acolhida nossa alegação de que houve prescrição?, diz Brabo.

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