Política
PROFESSORES FICAM SEM SAL�RIOS
A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas (Sinteal), Maria Consuelo Correia, ao listar as cidades com professores que romperam o ano novo com salários atrasados, citou primeiro Japaratinga. ?A situação lá é bem difícil?. Maribondo, Cajueiro, Capela, Barra de Santo Antônio e Colônia Leopoldina são outros municípios que Consuelo afirma estar enfrentando o mesmo problema. ?Sabemos destas cidades porque os professores nos procuraram, mas pode haver mais?. Ela explica que o ano eleitoral é um dos fatores que dificultam o pagamento dos salários, mas a queda do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) foi decisiva. O presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Palmery Neto, ex-prefeito de Cajueiro, mesmo antes das eleições, já alertava para a crise financeira que as prefeituras iriam enfrentar. Até outubro de 2012, deixaram de chegar aos cofres municipais do Estado R$ 164 milhões. Em todo país, os prefeitos tiveram que governar com R$ 8 bilhões a menos, segundo a entidade. Uma série de reuniões já foi realizada com o governo, na tentativa de compensar as perdas. CS