Política
Terceirizados cobram sal�rios
Eles estão ameaçando ?cruzar os braços? por causa do atraso de salário que já dura dois meses. Cerca de 500 prestadores de serviços contratados pela Tocqueville (uma Organização da Sociedade Civil de Intersse Público, Oscip) denunciam que, desde o mês de novembro, não recebem seus salários. Os profissionais estão lotados em vários órgãos públicos da Prefeitura Municipal de Maceió, que confirma o débito e garante que apresentará uma solução para o problema até a próxima sexta-feira, dia 25. ?Uma boa parte de nós, funcionários, não recebe há dois meses. Essas pessoas já estão com as contas atrasadas e enfrentando dificuldades financeiras. Até o dinheiro para ir trabalhar começou a faltar. Já estamos pensando em suspender os trabalhos, mesmo sabendo da possibilidade de perdermos o emprego?, disse uma prestadora de serviço, que não quer se identificar. Segundo ela, os trabalhadores que fazem o cadastramento do Bolsa Família, junto à Secretaria Municipal de Ação Social (Semas), não executaram suas atividades na manhã de ontem. ?Eles já ?cruzaram os braços?. E esse deverá ser o mesmo caminho adotado pelos demais colaboradores. Os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) também estão com algumas ações suspensas e, se a situação permanecer a mesma, o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) poderá parar também?, avisou.