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Alckmin � contra renegocia��o de d�vidas

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São Paulo ? O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que renegociar as dívidas dos Estados pode causar problemas à União e os governadores devem, agora, fazer sua parte. ?Para os Estados seria um alívio no começo (a renegociação), mas não seria bom para o Brasil. Nós temos também de fazer sacrifício para ajudar o País a caminhar.? Alckmin reafirmou que se a renegociação fosse feita no início do ano os Estados se sentiriam aliviados, mas, por outro lado, o governo federal ficaria fragilizado no período em que mais precisa de ?confiança?. ?É melhor esperar o momento adequado, porque, senão, você estaria transferindo um problema para a área federal e criando uma turbulência. É preciso dar credibilidade para o País entrar num círculo virtuoso de confiança?, disse. E citou como requisitos a queda do dólar, subida da bolsa, diminuição da taxa de juros, aquecimento da atividade econômica, emprego, renda e trabalho. ?Essa é uma forma de ajudar, é o senso de responsabilidade.? Reforma Para o governador, a posição do presidente nacional do PT, José Dirceu, que defendeu a vinculação das reformas tributária e previdenciária à renegociação da dívida dos Estados, é ?razoável?. ?Ele quer dizer o seguinte: este não é o momento adequado, o que eu também acho. Num outro momento, não vejo problema em rediscutir?, disse. ?A reforma tributária, independentemente da renegociação da dívida, é necessária, especialmente no que toca à redução do custo Brasil para substituir os impostos em cascata.? Ele lembrou que os Estados já colaboram com essas reformas. ?Com a Lei Kandir, no caso de São Paulo, a nossa contribuição para atividade exportadora é de R$ 1,6 bilhão por ano. O Estado deixa de arrecadar para ajudar as exportações.?

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