Política
FDL n�o se pronuncia sobre o caso
A Gazeta tentou contato com a FDL, da qual Luiz Gustavo Leão Ribeiro seria um dos sócios. Em ligação telefônica, os responsáveis pelos serviços da empresa no Detran não quiseram falar. A FDL mantém um escritório em Maceió, localizado na Pajuçara. Por meio da secretária, os dirigentes disseram que só o Detran poderia falar do contrato. Já a assessoria da autarquia explicou que os serviços prestados pela FDL estão mantidos, com base numa decisão liminar do desembargador Tutmés Airan, membro do Tribunal de Justiça de Alagoas. Para a imprensa, no fim de 2012, a FDL emitiu uma nota, rebatendo as acusações de fraude na licitação e elencando uma série de decisões judiciais que teriam autorizado a manutenção dos serviços no Detran de Alagoas, sem os quais os donos de carros financiados não poderiam emplacar seus veículos, já que, para controle da autarquia e dos bancos financiadores, o registro do contrato da alienação é indispensável. Entre as decisões que menciona, está a do desembargador Tutmés, que estabeleceu prazo até janeiro de 2014 para que o Detran se estruture para assumir os serviços hoje delegados à FDL e, com ela, rompa o contrato.