Política
Estado faz mist�rio sobre gastos do Eseal
No ano passado, a manutenção da ?miniembaixada? alagoana custou R$ 229,3 mil. Sendo uma despesa R$ 69,4 mil mais cara que a manutenção do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar de Alagoas. Na sexta-feira à tarde, a Gazeta telefonou para a assessoria do Gabinete Civil, para o chefe da Eseal e para a própria sede da representação do Estado em Brasília. Mas não conseguiu obter respostas sobre a demanda de trabalho deste órgão, o número de servidores lotados na capital federal, nem qual o exemplo de conquistas recentes para Alagoas, obtidas por meio da atuação da Eseal. SALÁRIO ROBUSTO Assim como José de Melo Gomes, a assessoria do Gabinete Civil prometeu se posicionar sobre esta reportagem nesta segunda-feira, quando também deverá responder sobre qual o motivo de, além do salário de R$ 8.094, o chefe da Eseal também ter recebido de R$ 2 mil a R$ 4 mil a título de ?adiantamento de outros serviços de terceiros?. E explicar quais são estes serviços e porque são faturados diretamente a este servidor.