Política
Chefe do Eseal defende atua��o do �rg�o no Distrito Federal
?Não sou candidato a nada, e não acredito que exista necessidade de grandes publicidades, pois somos um elemento meio, e não o órgão fim nas conquistas para Alagoas?. Com essas palavras, o chefe do Escritório de Alagoas (Eseal) em Brasília, José de Melo Gomes, tenta explicar a falta de divulgação sobre a existência do órgão no Distrito Federal, que custa aos cofres públicos cerca de R$ 300 mil por ano e justificar as funções e o papel da ?miniembaixada? em benefícios para o Estado. Ele também afirma que os gastos de R$ 28,8 mil mensais com o escritório são adequados. O ex-presidente do Tribunal de Contas recebeu a Gazeta na tarde de ontem, no Gabinete Civil, para explicar os dados divulgados pelo jornalista Davi Soares em reportagem publicada no último domingo (07), que traz gastos exorbitantes do Eseal. José de Melo se vale do Regimento Interno do Gabinete Civil para atestar a legalidade da existência de escritórios de representação do governo de Alagoas em Brasília e em outras cidades, como São Paulo. O regimento diz que o órgão tem a função de ?representar o governo do Estado junto a órgãos e entidades públicas e privadas, com sede no Distrito Federal e em São Paulo?.