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Celso Luiz j� conta com apoio da maioria para presidir ALE

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A eleição do novo presidente da Assembléia Legislativa do Estado (ALE) pode já estar definida. O deputado Celso Luiz (PL) é o mais cotado para conduzir o Legislativo alagoano no biênio 2003/2004. O parlamentar afirma que já possui o apoio da maioria dos deputados e está sendo indicado pelos seus colegas como o nome de consenso. Celso Luiz, apesar de preferir não se precipitar ao falar da eleição da nova Mesa Diretora da Casa, reconhece que possui um grande favoritismo na Assembléia, com fortes condições para assumir a presidência do Poder Legislativo. Para apoiar Celso Luiz e garantir seu sucesso na eleição da Mesa Diretora da ALE já se uniram 18 parlamentares. Segundo o deputado João Beltrão, a presidência da Casa ?já é uma questão definida?, independentemente da posição que o governador Ronaldo Lessa (PSB) tomar. ?O governador assumiu uma posição de neutralidade no processo e motivou a formação do grupo dos 18. Porém, Lessa já comentou que apóia o nome de Celso Luiz?, frisou. O novo grupo vem se reunindo, tal como fez o Grupo dos 14, criado em 1995, que resultou na eleição do deputado Antônio Albuquerque, na época no PMDB, para a presidência da Casa. Só que desta vez, além de ser maior, o grupo será formado para ajudar Lessa a governar o Estado. Neste aspecto, o próprio governador confirmou ter sido informado de que o deputado Celso Luiz estaria fechado com um bloco de 18 deputados e que o grupo marchará unido para eleger o parlamentar sertanejo o novo presidente da Assembléia. A bancada do governo na próxima legislatura deverá ser composta por esse grupo de 18 parlamentares. O líder do governo na ALE, deputado Petrúcio Bandeira (PSB), afirma que acredita na possibilidade desse quadro. Ele afirmou, no entanto, que a articulação nesse sentido está sendo feita pelo próprio governo. ?Sabemos que Lessa tem uma base bem maior do que aquela com a qual contou na eleição passada. Porém, com relação a nomes e à quantidade de parlamentares, não podemos adiantar nada?, declarou. Já o presidente da ALE, deputado Antônio Albuquerque, declarou que o governador não deve eleger amigos ou inimigos, mas fazer uma aliança com todos, para melhorar a prestação pública que tem de fazer à sociedade alagoana. ?A convergência e a conveniência de contrários são indispensáveis ao sistema democrático. É salutar que ele faça isso, para se buscar o equilíbrio entre os poderes?, concluiu.

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