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CRATERA AMEA�A ‘ENGOLIR’ ESCOLA

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Santana do Mundaú, Murici e Rio Largo ? Em um esforço natural para não prolongar o isolamento das comunidades atingidas pelas enchentes, as ações do governo estadual financiadas pelo R$ 1,2 bilhão encaminhado durante os governos de Lula e Dilma Rousseff priorizaram a construção de 54 pontes, 62 vias urbanas, 78 estradas e 7 rodovias. Estas obras têm apresentado qualidade satisfatória, ao contrário daquelas que buscariam o esforço oficial pelo recomeço de uma ?vida normal? para as vítimas das enchentes. Uma lógica humanitária que poderia prevalecer após tragédias como estas, mas que ainda apresenta muitos problemas a ser solucionados pelas construtoras que receberam dinheiro público, com dispensa de licitação. Entre áreas de lazer sem drenagem e ruas já esburacadas em União dos Palmares e Murici, o maior exemplo de equívoco construtivo foi a obra da Escola Denilma Bulhões, em Santana do Mundaú. E nem precisa de muito estudo de engenharia para ver que o terreno não foi bem preparado e a escola empenou tanto, que, talvez não fosse a alta tecnologia empregada em sua estrutura de PVC e aço, já teria descido a encosta onde foi praticamente pendurada. ?Esse colégio era para ser ali, ao lado do canteiro de obras, onde o terreno é firme. Se fosse feita lá, estava tudo certinho. Onde se viu aterro desse? Isso não é uma coisa errada? O dinheiro que investiram foi perdido, não foi? Ninguém não consegue entender um negócio desse. Tem jeito??, estranha José Bezerra Irmão.

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