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MP Eleitoral quer cassar mandato de Vilela e Non�

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Ao ser multado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em R$ 10 mil, no fim de 2011, por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) e seus aliados imaginaram que haviam extinguido a possibilidade da cassação de seu mandato. Mas um novo parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral volta a pedir a cassação dos diplomas de Vilela e de seu vice, José Thomaz Nonô (DEM), pela mesma acusação a respeito da distribuição de ovinos, com novas denúncias a respeito da distribuição de peixes, leite, obras de recapeamento asfáltico e o caso de ?flagrante de compra de votos?. O parecer assinado pela vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, foi juntado ontem ao Recurso contra Expedição de Diploma nº 40462, de autoria da Frente Popular e do ex-governador Ronaldo Lessa (PDT), segundo colocado na eleição de 2010, que alegam que Vilela e Nonô utilizaram a máquina pública e de suas relações de poder econômico e ?fraudaram? a legitimidade dos votos. A manifestação da representante do Ministério Público Eleitoral volta a defender que a ampliação de programas sociais no ano eleitoral de 2010 teria representado abuso de poder político e econômico do governador Teotonio Vilela Filho, que não deveria ser tratado como um fator que não influenciou no resultado da eleição, como fez o TSE em dezembro de 2011.

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