app-icon

Baixe o nosso app Gazeta de Alagoas de graça!

Baixar
Nº 5758
Política

Den�ncia faz Havanir deixar presid�ncia do Prona em SP

São Paulo – A vereadora e deputada estadual eleita pelo Prona, Havanir Nimtz (SP), afastou-se ontem da presidência estadual do partido. Num comunicado, Havanir justifica a atitude como uma maneira de deixar o partido à vontade para investigar as denúncia

Por | Edição do dia 23/11/2002 - Matéria atualizada em 23/11/2002 às 00h00

São Paulo – A vereadora e deputada estadual eleita pelo Prona, Havanir Nimtz (SP), afastou-se ontem da presidência estadual do partido. Num comunicado, Havanir justifica a atitude como uma maneira de deixar o partido à vontade para investigar as denúncias contra ela. No “Comunicado ao Povo de São Paulo”, ela lembrou que entregou uma carta ao presidente nacional do o deputado federal eleito Enéas Carneiro, solicitando o afastamento. A vereadora é acusada pelo Ministério Público Estadual (MPE) de tentar vender vagas no Prona para interessados em disputar as eleições. “Venho sendo vilipendiada por um grupo de cidadãos sem escrúpulos que são movidos pelos mais escusos interesses”, disse o documento. Havanir afirmou ainda que tanto ela como outros integrantes do partido estão sendo perseguidos por um grupo interessado em desestabilizar os deputados eleitos pelo Prona. Ela mesmo teria tido sua casa invadida e assaltada três vezes depois das eleições, segundo o comunicado. “Tentaram intimidar-nos. Não conseguiram. Agora, tentam desmoralizar-nos. Também não conseguirão”, escreveu. “Estão de olho nas cadeiras conquistadas pelo Prona!”, finalizou. Na carta enviada a Enéas, Havanir afirma que as denúncias fazem parte “de uma perseguição política orientada diretamente contra mim e o Prona, em razão da estrondosa resposta que obtivemos do eleitorado de São Paulo”. Nos próximos dias, Havanir será convocada pela comissão de sindicância aberta na Câmara Municipal para investigar as denúncias. A comissão, que não tem poder de punição contra a vereadora, foi aberta após as denúncias de vendas de vagas terem sido veiculadas na imprensa. A vereadora não concedeu entrevistas.

Mais matérias
desta edição