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Em decreto, prefeito revela que crise na �rea de sa�de � ‘aguda’

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O serviço de saúde em Maceió estava mesmo um caos. Há 50 dias, o então secretário municipal de Administração, Jaelson Gomes, assumiu a Secretaria Municipal de Saúde com a missão de organizar a pasta, renunciada pelo oftalmologista João Marcelo Lyra. Ontem, o prefeito Rui Palmeira (PSDB) tornou pública a situação agonizante da secretaria, com o decreto n° 7.553, publicado no Diário Oficial do Município. Não houve alternativa: foi decretada a situação de emergência para viabilizar a tentativa de colocar ordem na casa. Serão 60 dias com menos burocracia para compras, inclusive com dispensa de licitação, e 180 dias para obras e serviços. A falta de remédio atingiu gravidade aguda, segundo o próprio prefeito. O decreto foi assinado, ?considerando o relato feito pelo secretário municipal de Saúde, sobre o agudo desabastecimento de medicamentos e outros bens e serviços essenciais ao regular fornecimento da pasta, bem como da profunda precariedade de equipamentos e infraestrutura básica necessária à consecução mínima das políticas públicas de saúde, que resulta no perigo de iminente desassistência generalizada à população?. Esta é só a primeira justificativa de quatro apresentadas.

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