Política
M�dicos da ALE devem bater ponto e trabalhar
Os profissionais da área de saúde lotados em cargos efetivos na Assembleia Legislativa do Estado (ALE) já cumprem carga horária de seis horas diárias, sob pena de serem exonerados ou transferidos para outros órgãos. A assiduidade de 21 médicos, odontólogos, psicólogos e psiquiatras foi provocada pelo corte de salários determinado pela Mesa Diretora, por sugestão do procurador-geral da ALE, Fábio Ferrario. Os profissionais se reuniram com Ferrario na tarde da última terça-feira (15), quando ficou acordada a elaboração de uma escala de trabalho a ser apresentada e seguida a partir do próximo dia 25. ?A carga horária é a da lei. Não fui eu quem fez. Eles vão ter de cumprir o que diz a lei. Só vão me entregar as escalas deles. Fora isso, não tem o que fazer. Eles já saíram daqui cientes de que vão trabalhar das 7h às 13h ou das 13h às 19h?, disse Ferrario à Gazeta. Na ocasião, o procurador revelou que nem todos devem se adaptar às exigências. ?Alguns devem ser cedidos a outros órgãos do Executivo. Tem um que já disse que vai pedir aposentadoria, tem outro que vai pedir para sair. E uma outra parece-me que está em situação de acumulação de cargo, que já detectamos. Ela não tem horário. É uma herança que a atual Mesa recebeu?, afirmou.