Política
CRISE EM S�O SEBASTI�O INCLUI AT� CENSURA A VEREADORES
São Sebastião ? A velha máxima ?não ter onde cair morto? nunca esteve tão atual para os moradores de São Sebastião. O único cemitério existente na zona urbana da cidade é administrado pelo município e não tem espaço para mais defuntos. A solução para o problema já foi apontada por vereadores: expandir a área para o terreno localizado aos fundos do cemitério, onde fica o matadouro público municipal, que está desativado há sete meses, outro problema que tem tirado o sono de consumidores e comerciantes. Aliás, o que não falta em São Sebastião é motivo para a população reclamar. Além do cemitério e do matadouro interditado, o posto de saúde do povoado Tapera está sem agente de saúde há um mês, porque o profissional passou em outro concurso público e os estudantes da zona rural estudam em salas improvisadas em um galpão e uma garagem, no povoado Cana Brava, porque a escola fundada na comunidade na década de 1980 estaria condenada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), devido à proximidade com as obras de duplicação da rodovia BR-101. ?MORDAÇA? ?A população ainda pode reclamar, mas a gente, não?, afirma o vereador Manoel Silvânio Santos (PTB), mais conhecido como Vando da Cana Brava, se referindo ao Código de Ética do município que foi aprovado recentemente pela Câmara de Vereadores. A Gazeta de Alagoas esteve também, na semana passada, com o vereador José Eliton Alves (PV), Eliton Curtinho, que também integra a oposição no Legislativo municipal, e os dois se recusaram a explicar esse Código de Ética, temendo represálias.