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Nº 5751
Política

Justi�a Eleitoral adia diploma��o dos candidatos eleitos para o dia 18

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AL) adiou a diplomação dos candidatos eleitos no pleito de 6 de outubro, para o dia 18 de dezembro. A data inicial seria no dia 16, mas o presidente do órgão, desembargador Jairon Maia Fernandes, afirmou que coincide com

Por | Edição do dia 26/11/2002 - Matéria atualizada em 26/11/2002 às 00h00

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AL) adiou a diplomação dos candidatos eleitos no pleito de 6 de outubro, para o dia 18 de dezembro. A data inicial seria no dia 16, mas o presidente do órgão, desembargador Jairon Maia Fernandes, afirmou que coincide com a data em que a deputada federal Ceci Cunha foi assassinada, há quatro anos, justamente no dia da diplomação dos eleitos em 1998. “Preferimos escolher outro dia que não fosse a data daquela tragédia. Além disso os deputados eleitos, este ano, decidiram que irão prestar uma homenagem à deputada Ceci Cunha”, justificou Jairon Maia Fernandes. Segundo ele, o horário da solenidade e o local serão os mesmos: às 14 horas, no auditório do Fórum Desembargador Jairon Maia Fernandes, no Barro Duro. O presidente do TRE/AL informou que todos os candidatos eleitos – governador, dois senadores, nove deputados federais e 27 deputados estaduais – estão em condições de ser diplomados, tendo em vista que apresentaram a prestação de contas de campanha e, até o momento, não foi detectado nenhum impedimento. “A não ser que algum dos candidatos não queira comparecer à solenidade, por vontade própria ou motivo de viagem ou doença”, explicou, acrescentando que os arquivos dos diplomas que serão entregues aos eleitos já estão prontos. Vale ressaltar que a partir da data da diplomação será iniciado o prazo para quem quiser entrar com recurso na Justiça Eleitoral, contra algum candidato diplomado. Sobre a prestação de contas, Jairon Maia informou que, até o próximo dia 11, o TRE/AL estará ultimando os trabalhos de análise das contas dos candidatos, bem como o julgamento de todos os processos. A prioridade, segundo afirmou, é priorizar as contas dos eleitos, justamente por causa da proximidade da diplomação. “Mas o tribunal fará um esforço para julgar os processos até a data prevista”, finalizou.

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