Política
PROBLEMA SE AGRAVA POR FALTA DE DI�LOGO
Para o coronel Ivon Berto, presidente da Associação dos Servidores da Segurança Pública de Alagoas, todo este cenário caótico poderia ser evitado se o comandante-geral da PM tivesse uma postura mais altiva junto ao governo estadual e ao secretário de Defesa Social, Dário Cesar, seu irmão. ?Essa questão financeira terá uma sequela enorme para o Estado. O secretário deveria ser um canal de relação entre a tropa e o governador. E não é. É omisso. E além de não ajudar, prejudica?, acusa o coronel Ivon Berto. O caos financeiro também atinge o Corpo de Bombeiros, como confirmou à Gazeta o sargento Marcos Ramalho, presidente da Associação dos Bombeiros Militares de Alagoas (ABMAL). ?Nos Bombeiros, teve uma redução de R$ 100 mil no repasse mensal para a corporação, que é de R$ 375 mil, o mesmo desde o governo Lessa. O resultado foi o problema de alguns militares com a alimentação, principalmente no interior, onde alguns oficiais acabam apelando para as parcerias com comerciantes para poder garantir alimentação?, disse Ramalho. DS ?