Política
Deputados exigem sa�da de D�rio Cesar da Seds
A retomada do crescimento das mortes violentas em Alagoas, aliada à execução em praça pública do soldado Ivaldo Oliveira da Silva, em Porto de Pedras, foi alvo de críticas de parlamentares presentes à sessão de ontem da Assembleia Legislativa do Estado (ALE). Os deputados culparam a cúpula da segurança pública do governo de Teotonio Vilela Filho (PSDB) pela situação de descontrole da violência. E exigiram mudanças no comando da pasta da Defesa Social. O deputado Ronaldo Medeiros (PT) chegou a afirmar que o secretário de Estado da Defesa Social (Seds), coronel Dário Cesar, tinha as mãos sujas com o sangue do policial militar assassinado na madrugada de segunda-feira (9), em Porto de Pedras. E a presidente interina da ALE, Flávia Cavalcante (PMDB) disse que a execução do militar foi um recado dos criminosos ao governador, avisando que o estado está sob o domínio da bandidagem. Medeiros sugeriu ainda que o secretário Dário Cesar estaria manipulando os números dos chamados crimes violentos letais e intencionais (CVLIs), porque deixou de enviá-los à comissão parlamentar da Assembleia, que fiscaliza o Programa Brasil Mais Seguro. E sugeriu que o chefe da cúpula da segurança pública, pré-candidato a deputado federal, perdeu o respeito perante os agentes de segurança do Estado.