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Opera��o padr�o come�a a atrasar investiga��es

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Iniciada na última sexta-feira, 7, a operação padrão na Polícia Civil teve continuidade ontem, com os policiais cobrando condições de trabalho e o cumprimento de normas vigentes. A operação está retardando os serviços na Central de Flagrantes e nas delegacias, gerando mais insatisfação de quem precisa registrar uma queixa ou fazer um boletim de ocorrência. Eles garantem que só normalizam as atividades com o atendimento de uma lista de reivindicações já encaminhadas ao governo. Em assembleia, realizada na sexta-feira, a categoria decidiu que a operação padrão só será encerrada com a garantia de piso salarial equivalente a 60% do salário de um delegado, auxílios alimentação e transporte, adicional de periculosidade e o Plano de Cargos, Carreira e Salários. A presença do delegado nos locais do crime e nas oitivas de vítimas e testemunhas é uma das exigência da lei e que não vinha sendo cumprida em muitas delegacias de Alagoas. Assim, como forma de protesto por não terem o PCCS, os agentes da Polícia Civil se recusam a cumprir funções de seu superior hierárquico. ?Habitualmente, cumprimos funções que é do delegado. Como, por exemplo, interrogar suspeitos. Na maioria das vezes, vamos aos locais de crimes sem o delegado. A partir de agora, isso não vai mais acontecer?, afirma o vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL), José Edeilto Gomes dos Santos, assegurando que o agente só sai da delegacia se for acompanhado do delegado e em viaturas legalizadas.

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