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Partidos ‘nanicos’ buscam alian�as

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Líderes dos partidos considerados emergentes tomaram um café da manhã juntos, ontem, em um supermercado na capital e aproveitaram o momento para sequenciar as discussões visando fechar acordos políticos para as eleições de outubro. Defendendo a autonomia, as legendas agora querem achar um nome forte que possam apoiar para a disputa dos cargos majoritários. Eles confirmam que devem abrir o diálogo com o vice-governador José Thomaz Nonô (DEM), pré-candidato ao governo, e dizem estar mais próximos do senador Fernando Collor (PTB). Para o encontro, foram convidados os presidentes das executivas de sete partidos em Alagoas: Eudo Freire (PSDC), Gerson Guarines (PEN), Elias Barros (PTC), Marcos André (PHS), Marco Toledo (PTdoB), Juca Carvalho (PPS) e Alexandre Fleming (PTN). O grupo (ou a maioria dele) já caminha junto desde a eleição passada, quando foi formada a grande aliança política, classificada como chapão, formada em torno da candidatura do ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) à Prefeitura de Maceió. Os partidos têm metas ousadas e sustentam a previsão de eleger três deputados federais e, no mínimo, cinco estaduais. Na Assembleia Legislativa (ALE), o PPS tem duas representações (Severino Pessoa e Marcos Barbosa), que devem tentar a reeleição. A deputada federal Rosinha da Adefal, que é do PTdoB, é outro nome considerado forte e que está inserido neste grupo dos emergentes. As lideranças afirmam que há, pelo menos, 35 vereadores de cada partido no estado, além de muitos vice-prefeitos e prefeitos.

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