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Nº 5758
Política

Governo conclui projeto de reforma administrativa

O projeto de reforma administrativa do governo de Alagoas será concluído até o fim desta semana e, em seguida, encaminhado à Procuradoria-Geral do Estado, que irá dar o seu parecer jurídico. A reforma prevê uma mudança estrutural na máquina do governo, re

Por | Edição do dia 05/12/2002 - Matéria atualizada em 05/12/2002 às 00h00

O projeto de reforma administrativa do governo de Alagoas será concluído até o fim desta semana e, em seguida, encaminhado à Procuradoria-Geral do Estado, que irá dar o seu parecer jurídico. A reforma prevê uma mudança estrutural na máquina do governo, reduzindo de 22 para nove o número de secretarias. As demais pastas serão transformadas em células, que serão uma espécie de secretaria-executiva. Para o vice-governador eleito, Luis Abílio de Sousa, que coordena os trabalhos da reforma administrativa, na verdade a estrutura do Estado continuará a mesma e as secretarias que desenvolvem atividades afins serão aglutinadas numa só pasta. “Não haverá grandes mudanças na estrutura funcional”, disse ele, ressaltando que o objetivo do governo é unificar ações com o objetivo de evitar o desperdício de dinheiro público. Segundo Abílio de Sousa, o papel dos secretários será o de coordenar os trabalhos de cada setor. “Ele também será o coordenador de despesas”, explicou. Lei Delegada Com relação à Lei Delegada, instrumento pelo qual o governo poderá promover a reforma administrativa sem passar pela apreciação da Assembléia Legislativa, o vice-governador eleito disse que a lei tem o objetivo de agilizar a implantação do projeto, evitando maiores discussões técnicas. “Mas acredito que a lei passará sem maiores dificuldades pelo Legislativo”, disse. Abílio de Sousa frisou ainda que no próximo governo a prioridade será o desenvolvimento econômico centrado na inclusão social, a fim de beneficiar os cerca de 1,5 milhão de alagoanos que vivem abaixo da linha de pobreza. “O desenvolvimento capitalista que visa apenas o lucro e a arrecadação financeira não serve; queremos o desenvolvimento econômico e social”, afirmou.

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