Política
Ju�zes ouvem queixas de detentos no Agreste
Após denúncias de esposas de reeducandos do Presídio do Agreste, levadas ao conhecimento da Corregedoria-Geral da Justiça de Alagoas (CGJ-AL), o corregedor Alcides Gusmão, o juiz auxiliar Antônio Emanuel Dória e o juiz da Vara de Execuções Penais, José Braga Neto estiveram na unidade prisional, ontem, onde observaram as instalações e as condições de convivência no local. O presídio é de segurança máxima, tem capacidade para 789 reeducandos e atualmente possui 731, divididos em seis módulos. A unidade foi inaugurada no fim do ano passado, pelo governo do Estado, e funciona por meio de parceria público-privada, sendo administrada pela empresa baiana Reviver, que conta com 230 funcionários. Muitos reeducandos que estão na unidade prisional foram transferidos de presídios localizados em Maceió, o que motivou protestos por parte de familiares. No entanto, alguns deles deverão retornar à capital assim que a situação processual for revista, o que deverá acontecer nos próximos meses, de acordo com o juiz Braga Neto.