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NA FALTA DE EMPREGO, programa garante renda

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O doutor em Administração com ênfase em Instituições e Políticas Públicas (NPGA/UFBA) e mestre em Economia Regional e graduado em Ciências Econômicas (UFPB), Fábio Guedes, informou que muitas cidades do interior do estado dependem, quase que exclusivamente, da movimentação financeira produzida pelos recursos oriundos do Bolsa Família. Outro ponto que ele chama a atenção, diante da colocação do governo Vilela, diz respeito à frágil criação de empregos com carteiras assinadas no estado. Entre os anos de 2011 e 2013, o índice de criação foi negativo, na ordem de 14.801 postos de trabalho. ?As recentes mudanças estruturais e a crise no setor sucroalcooleiro deixaram inúmeros desempregados. E onde esse povo vai buscar renda, em um estado que não se cria emprego como Alagoas? No primeiro momento, eles podem ser acomodados pelo seguro-desemprego e pelo Bolsa Família, o que demostra a importância dessa ação para dezenas de pessoas. Sem os programas sociais, a exemplo do Pronatec, pode-se prever o verdadeiro ?Inferno de Dante? nas regiões urbanas das cidades em torno de várias usinas fechadas?, argumentou Guedes à Gazeta. Em recente levantamento, a Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) apontou que o Bolsa Família movimenta R$ 823 milhões por ano e, em alguns casos, o montante é superior ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). JM ?

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