Política
Coronel alega que empresa tem expertise e excel�ncia
A Reviver foi lembrada pelo coronel Carlos Luna, superintendente do Sgap, ainda quando se pensavam na cogestão. A empresa foi integrante do consórcio que mais despertou interesse da Sgap e da Secretaria Estadual do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande) visando a realização de uma Parceria Público Privada (PPP), para que parceiros privados interessados desenvolvessem o projeto básico visando a construção do Centro Integrado de Ressocialização (CIR). Depois da construção do novo presídio, a iniciativa privada faria a cogestão. ?Ao final, apresentados os projetos pelos participantes, com base em relatórios técnicos, o Conselho Gestor de PPP reconheceu e escolheu como melhor projeto aquele apresentado pela Reviver, tanto que este foi levado a ser licitado. É dizer, o Estado já realizou, com base na legislação vigente, procedimento formal, público e isonômico para aferição da capacidade técnica de empresas especializadas tendo por objeto a cogestão de unidades prisionais, tendo concluído pela expertise e excelência da citada empresa Reviver?, destacou Luna. Ele segue, no documento, sugerindo o Estado a consultar a empresa sobre o interesse em apresentar proposta para administrar o Presídio do Agreste, em razão da situação de emergência e diante da possibilidade de dispensa de licitação. A recomendação do superintendente da Sgap foi questionada pelo procurador Ricardo Méro. Depois da análise da documentação, ele constatou que desde 2012, quando foi aberto chamamento público para as PPPs, já havia a intenção do governo do Estado em adotar o regime de cogestão e a prestação de serviços pela Reviver.