Política
CPI do Pres�dio do Agreste n�o avan�a na Assembleia Legislativa
Diante da indefinição e o evidente enfraquecimento da proposta de se instalar mais uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa Estadual (ALE), deputados da oposição agora estão acusando o governo do Estado de usar manobras para convencer a bancada aliada a mudar o foco e não permitir que a ideia vingue. O próprio autor da proposta, deputado Ronaldo Medeiros, demonstra desânimo pela falta de apoio, deu prazo até amanhã para que o requerimento seja lido em plenário e, caso isso não ocorra, já fala em investigar por conta própria o contrato do governo do Estado com a empresa Reviver para gerir o Presídio de Segurança Máxima do Agreste. Medeiros disse que se a CPI não for instalada vai requisitar mais informações da Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris), preparar um processo e entregar no Ministério Público, além de levar ao conhecimento do Ministério da Justiça, em Brasília. Ele também afirma que vai acompanhar o processo de licitação, que está sendo planejado pelo Estado, para licitação que visa contratar uma empresa para administrar o referido presídio por 60 meses. Com maioria na Casa, o Executivo não encontraria dificuldades para impedir que os parlamentares constituíssem um grupo para investigar supostas irregularidades no contrato.