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‘A ociosidade por l� � muito grande’

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O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria, Química, Petroquímica e Similares (Sindipetro) diz que a situação dos funcionários do Lifal é extremamente delicada e que o temor é do retorno dos atrasos salariais, como ocorreu durante três meses seguidos, até janeiro deste ano. Segundo a entidade, a incerteza e a ociosidade torturam diariamente os servidores, que têm para receber do Lifal 14 cestas básicas em atraso. O salário médio no laboratório é de R$ 1,2 mil. ?Nosso sufoco é muito grande. O pessoal chega de manhã cedo e uma hora da tarde vai embora porque a ociosidade é muito grande. Muita gente só tem aquilo como fonte de renda há mais de 20 anos de casa. É muito grave o que está acontecendo?, afirma o sindicalista Paulo Roberto dos Santos. A diretora técnica e industrial, Vânia Rocha, ressalta a gravidade em contornar a crise e em honrar com os salários por causa do modelo da empresa, que é de economia mista e precisa ter sustentabilidade. ?Há vários órgãos que têm dificuldades no governo, como o Lifal. A diferença é que lá os funcionários recebem o salário no final do mês de qualquer jeito e o Lifal se não rodar, não tem receita. O grande problema nosso é que temos que sobreviver com nossos recursos. Imagine isso durante quatro, cinco anos de pressão nos funcionários e no gestor?, indaga.

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