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Pr�-candidatos revelam perfil que devem adotar no mandato

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O senador exerce uma função importante na democracia. É dele a prerrogativa de zelar pelos direitos constitucionais do povo, julgar o presidente da República e analisar e votar projetos de lei. Nas eleições deste ano, uma vaga para esse cargo majoritário estará em disputa. Essa semana, a Gazeta enviou aos cinco pré-candidatos ao Senado (Fernando Collor/PTB, Heloísa Helena/PSOL, José Thomaz Nonô/DEM, Alexandre Toledo/PSB e Elias Barros/PTC) três perguntas sobre o que eles considerariam importante na atividade parlamentar. Eles foram questionados sobre o entendimento que deve ocorrer na relação entre a Unidade Federada, como o Estado de Alagoas, e a União, qual seria a linha de ação parlamentar de cada um em prol de Alagoas, e também foi pedido para que eles fizessem uma avaliação do governo Vilela e se o quadro atual do estado iria ser decisivo para a vitória ou derrota dos candidatos da oposição ou da situação ao Senado. Todos tiveram o mesmo espaço para as respostas. Apenas o pré-candidato Alexandre Toledo não retornou à reportagem até o fechamento dessa edição. Como o candidato(a) entende que deve ocorrer a relação entre uma Unidade Federada, como o Estado de Alagoas, e o poder da União. Caso eleito(a), como o senhor(a) irá tratar esse tema no Senado Federal? Elias Barros. Com independência, respeito e harmonia. Eleito senador, irei manter bons laços de harmonia com responsabilidade, estabelecer uma relação de cooperação sólida entre o Estado e a União. Trabalhando, sem subserviência, ao ponto de sacrificar e colaborar na construção do desenvolvimento do Estado, em todas às áreas, seja na educação, saúde, segurança, geração de emprego, agricultura familiar, infraestrutura e saneamento básico. Fernando Collor. Como senador, defendo a sintonia com o governo federal e o diálogo permanente com o poder da União. Alagoas é um Estado carente e não pode se isolar de Brasília, inclusive do ponto de vista de sua representação parlamentar. É preciso manter linha direta com as autoridades federais, rechaçar qualquer apologia do impasse e continuar viabilizando novos projetos, para garantir a vinda de recursos e avançar mais na construção do nosso desenvolvimento local. José Thomaz Nonô. A relação entre o Estado e a União é sempre delicada, pois nos últimos vinte anos foi desfeita a condição de equilíbrio que existia entre Estado, União e Município, com preponderância hoje do poder central. Um parlamentar competente encontra modos de influenciar tanto na feitura do orçamento pelo Executivo, que é um trabalho prévio e extremamente importante, como na escolha das emendas que transferem recursos para o Estado. Heloísa Helena. Trabalharei com independência como exige a Constituição Federal, com honestidade e compromisso social, como manda minha consciência, e, assim, aprovarei tudo o que for importante para Alagoas independente de quem apresentar o projeto. Trabalharei para Alagoas e não para conluios políticos. Vou buscar recursos financeiros na viabilização de educação integral, saúde, geração de emprego, segurança, infraestrutura e políticas sociais contra violência. Caso eleito(a), qual será a sua linha de ação parlamentar em prol de Alagoas? Elias. Zelar pelos direitos constitucionais do povo, apresentando Emendas Constitucionais, corrigindo distorções que precisam ser corrigidas; apresentar projetos de lei que tragam benefícios para os 102 municípios de meu Estado, promover auditoria na aprovação da maldita Letras do Tesouro Estadual, à época, no ano de 1998, no valor de R$ 400 milhões, e hoje com uma divida impagável acima de R$ 7 bilhões. E o dinheiro não se sabe o destino correto. Collor. Como municipalista convicto, inclusive fundador da AMA, pretendo manter o mandato a serviço das prefeituras, dos movimentos sociais e das representações classistas. Os alagoanos sabem que podem contar com minha voz ativa no Senado. Ao efetuar balanço das atividades, vejo com alegria minha atuação presente em quase todos os municípios, com obras viabilizadas ou ações que se converteram em programas de apoio aos mais necessitados do poder público. agora, o criticam como se não fossem parte da absurda mediocridade da sua gestão em políticas sociais. Estarei comprometida em ajudar Alagoas. ? FERNANDO COLLOR (PTB) ?Como senador, defendo a sintonia com o governo federal e o diálogo permanente com o poder da União. Alagoas é um Estado carente e não pode se isolar de Brasília, inclusive do ponto de vista de sua representação parlamentar? HELOÍSA HELENA (PSOL) ?Trabalharei com independência como exige a Constituição Federal, com honestidade e compromisso social, como manda minha consciência, e, assim, aprovarei tudo o que for importante para Alagoas, independente de quem apresentar o projeto? JOSÉ THOMAZ NONÔ (DEM) ?Um parlamentar competente encontra modos de influenciar tanto na feitura do orçamento pelo Executivo, que é um trabalho prévio e extremamente importante, como na escolha das emendas que transferem recursos para o Estado? ELIAS BARROS (PTC) ?Eleito senador, irei manter bons laços de harmonia com responsabilidade, estabelecer uma relação de cooperação sólida entre o Estado e a União. Trabalhando, sem subserviência, ao ponto de sacrificar e colaborar na construção do desenvolvimento do Estado?

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