Política
Reforma administrativa tem baixo custo e prev� realiza��o de concurso
Os gastos mensais do município de Maceió sofrerão um aumento de cerca de R$ 960 mil a partir de agosto, quando a reforma administrativa da prefeitura redesenhará a estrutura municipal com a criação de novos órgãos, cargos e o reposicionamento de alguns setores e atribuições. O valor equivale a 1,6% do custo total da administração com o funcionalismo, de acordo com a secretária executiva do Gabinete do Prefeito, Adriana Toledo, que avalia o acréscimo como de pequeno impacto financeiro. A prefeitura também anuncia que vai fazer novo concurso em 2015. A expectativa da prefeitura é de que esses gastos se diluam até o final da gestão atual, visto que medidas para redução de despesas vinham sendo tomadas, segundo a secretária, a exemplo da diminuição do trabalho terceirizado. ?Como o município reduziu significativamente a mão de obra precarizada e como a reforma foi pensada de forma a modernizar a administração, esperamos que a reforma se pague ao longo desta gestão?, diz. As principais transformações, fixadas por três leis delegadas sancionadas em 26 de junho, tratam da criação de cinco secretarias e um órgão. Mas, na prática, apenas uma nova pasta será implantada: a Secretaria Municipal de Direitos Humanos (SMDH). As demais passam por reformulações que incluem a mudança de nome e a reorganização da estrutura interna, inclusive com redistribuição de funções e tarefas entre os órgãos. As superintendências de Transporte e Trânsito (SMTT) e de Controle e Convívio Urbano (SMCCU), além da Fundação Municipal de Ação Cultural, viram secretarias. Já a Secretaria de Controle Interno se converte em Controladoria-Geral do Município. Por fim, a pasta de Serviços Públicos é quase uma super secretaria, que absorve a atual Superintendência Municipal de Limpeza Urbana (Slum) e passa a administrar os cemitérios ? que deixarão de ser responsabilidade da SMCCU ?, as feiras e mercados públicos, função que será herdada da Secretaria do Trabalho, Abastecimento e Economia Solidária (Semtabes) e as licitações de bens e serviços de natureza comum, até agora uma atribuição da Finanças. A ela também estarão vinculadas a Agência Reguladora de Saneamento do Município e a Superintendência de Energia e Iluminação Pública (Sima).