Política
Demitidos da Carhp acusam governo de calote e v�o � Justi�a
As polêmicas demissões dos servidores da Companhia Alagoana de Recursos Humanos e Patrimoniais (Carhp) continuam gerando atritos entre o governo e os servidores, que, agora, acusam o Estado de calote no Fundo de Garantia do Tempo de Serviços (FGTS) e de demitir irregularmente integrantes da diretoria de sindicatos, o que é vedado por lei. Os funcionários desligados prometem ir à Justiça do Trabalho para receber os valores que dizem ter direito. A maioria dos servidores que contestam os valores recebidos relativos à rescisão trabalhista, FGTS e multa atuava no setor público agrícola, originariamente em empresas como as antigas Epeal (Empresa Alagoana de Pesquisa Agrícola), Comag (Companhia de Desenvolvimento Agropecuário) e Emater, onde a maioria trabalhava ultimamente. Funcionários da área gráfica, que até então estavam dando expediente na Imprensa Oficial, também reclamam. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Setor Público Agrícola e Ambiental de Alagoas (Sindagro), os valores de FGTS pagos pela Carhp não estão corretos e nem mesmo os servidores sabem ao certo quanto a mais têm a receber, pois não possuem acesso às informações. O que eles dizem ter certeza é de que o valor é bem maior do que o depositado.