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Política

Pol�cias reclamam de v�rias falhas

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De acordo com o site Exame.com, em meio à onda de protestos que assolou o País em 2013, a Polícia Militar de São Paulo decidiu suspender temporariamente o uso de grande quantidade de pistolas do mesmo calibre, porque 30 delas dispararam sozinhas ? com a trava de segurança ainda ativada ? ou dado vários tiros consecutivos, apesar de o policial ter apertado o gatilho uma única vez. Entre 2011 e 2012, problemas idênticos haviam sido relatados pelas polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro. No fim de 2013, foi a vez da PM do Distrito Federal informar que três submetralhadoras davam tiros em rajada quando o seletor estava na posição de um tiro por vez. Ofício do Ministério Público de São Paulo menciona problemas noticiados na mídia: em alguns casos bastava chacoalhar a pistola para fazê-la atirar. E que policiais postam a pistola sem munição ou que utilizam ?festim? para os disparos iniciais, para evitar ferimentos a eles e a outras pessoas. O caso mais grave ocorreu na cidade de Presidente Prudente, extremo Oeste paulista, onde uma produtora cultural morreu durante uma blitz, quando a arma do policial disparou, mesmo estando travada. PERÍCIA O episódio em Alagoas motivou a vinda de três técnicos da Taurus, fabricante das armas. Por questões que envolvem soberania, o armamento usado pelas polícias brasileiras tem de ser fabricado por empresa nacional. A firma gaúcha é a maior fabricante de armas da América Latina e uma das dez maiores do mundo.

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