Política
Cortes s� v�o poupar servi�os essenciais
Arapiraca ? A prefeitura do segundo maior município do Estado fechou as portas, ontem, atendendo a mobilização orquestrada pela AMA. Em Arapiraca, escolas, creches e postos de saúde funcionaram normalmente, mas não houve atendimento ao público no Centro Administrativo e os servidores que trabalham nas secretarias foram dispensados. A crise financeira no município, que na próxima semana completa 90 anos de emancipação política, tem provocado atrasos no pagamento de salários e algumas categorias da Saúde estão mobilizadas e podem iniciar um movimento de greve. Ontem, a prefeita Célia Rocha (PTB) foi a Maceió e participou da reunião de gestores na sede da AMA, na capital. Segundo ela, a paralisação de ontem teve como objetivo sensibilizar a população para as dificuldades vividas pelas prefeituras em decorrência da redução nos repasses federais do Fundo de Participação dos Municípios e declarou que, assim como outros prefeitos, deverá anunciar até o começo de novembro, medidas para enfrentar a crise financeira. ?A sociedade tem que estar aberta. Estamos estudando medidas de economia, desde que os serviços essenciais não sejam prejudicados?, declarou a prefeita. Entre os prefeitos que compareceram à reunião estavam Flaubert Torres, de Viçosa; Manoel Tenório, de Quebrangulo; e Pauline Pereira, de Campo Alegre; além da Célia Rocha.