Política
Lamenta��es marcam Dia do Servidor em AL
A insatisfação do funcionalismo público estadual com o governo de Teotonio Vilela Filho (PSDB) não se restringe apenas aos médicos, como a Gazeta mostrou na edição de ontem em entrevista do presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed/AL), Wellington Galvão. Comemorado ontem, o Dia do Servidor Público não é bem visto no estado também pelos demais sindicatos que representam as diversas categorias em Alagoas. Segundo as lideranças, as várias mobilizações por melhorias salariais e estruturantes não surtiram efeito nos últimos oito anos. Saúde, Educação e Segurança não avançaram e representantes dessas áreas lamentam as poucas conquistas nesse espaço de tempo. Para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), Consuelo Correia, não há o que comemorar quando se fala em reajuste salarial, Plano de Cargos e Carreiras (PCC) de professores e servidores administrativos, e nas escolas das redes públicas estadual e municipal. Falta de diálogo e mudança de secretariado provocaram paralisações e greves ao longo da gestão tucana, na avaliação dela. ?Só conseguimos pequenos avanços a partir do ano passado, em alguns itens do Plano de Cargos. Porém, nada mais conseguimos, apesar das mobilizações pelas ruas da capital e do interior do estado. O sindicato não conseguiu melhorar a estrutura física das escolas e permanece a carência de cerca de dois mil profissionais da rede estadual e mil funcionários administrativos, sem falar no nosso piso salarial, cujas conquistas obtivemos este ano e ainda mais com reajuste parcelado?, relatou a sindicalista.