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Comandante defende a��es en�rgicas

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O coronel Marcus Vinícius apoia ações enérgicas da polícia quando necessárias, mas esclarece que não defende um estado de ?guerra?. Um exemplo que ele cita é o momento de revolta da tropa depois do assassinato do cabo Theotônio, do 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM). Ele foi atingido com um tiro no rosto durante assalto a uma van de transporte complementar em que estava. O crime gerou revolta entre os policiais. Nas redes sociais de mensagens instantâneas, militares de folga se prontificaram a ir trabalhar somente com o intuito de capturar os responsáveis pela morte do colega de farda. ?Amigos, vamos tentar fazer uma coisa diferente dessa vez, vamos mostrar que a gente pode ser unido [sic]. Eu larguei do serviço agora, já estou em casa, mas me disponho a tomar banho agora e voltar para o batalhão e me apresentar como voluntário para trabalhar agora à noite. Se a gente conseguisse fazer isso com muita gente seria do caralho para o governo ver, o comando ver, a sociedade ver e os vagabundos. Eu estou disposto, agora, a me aprontar, ajeitar a minha farda que está amassada e me apresentar ao 1º Batalhão para trabalhar voluntariamente agora à noite. Vamos ver quantos colegas a gente conseguiria para organizar isso agora. Repassem o mais rápido possível?, diz a mensagem de voz espalhada pelo Whatsapp entre os policiais. A prisão de dois adultos e a apreensão de três adolescentes suspeitos de envolvimento na ação criminosa aconteceu no dia seguinte. O coronel Marcus Vinícius considerou a mobilização dos PMs como ?boa? e ?legítima?, porém, diz que exigiu que a operação fosse executada com responsabilidade. ?Eu chamei a tropa e clamei para que eles não agissem com a emoção. A sociedade cobra a morte do bandido, costuma repetir o bordão de que bandido bom é bandido morto. No entanto, esse clamor é emocionalmente legítimo para a massa popular, não para quem é técnico, como nós?, ressaltou o comandante-geral da PM.

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