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Política

“Minha marca � a responsabilidade”

Sob o fardo das medidas impopulares que precisou e que ainda necessita tomar e sem dinheiro em caixa, Rui Palmeira reconhece que tem um desafio grande ao adentrar a segunda metade de um mandato que busca se viabilizar para a reeleição. Realista, ele argum

Por | Edição do dia 23/11/2014 - Matéria atualizada em 23/11/2014 às 00h00

Sob o fardo das medidas impopulares que precisou e que ainda necessita tomar e sem dinheiro em caixa, Rui Palmeira reconhece que tem um desafio grande ao adentrar a segunda metade de um mandato que busca se viabilizar para a reeleição. Realista, ele argumenta que não há muito o que ser feito além de enfrentar a crise e tentar sair dela o quanto antes, mas descarta qualquer tipo de atitude para ganhar popularidade que não tenha sustentação financeira. O prefeito finca pé na manutenção dos cortes mesmo que tenha que pagar o preço por isso depois. O foco é não arriscar o que está sendo feito. “Nossa preocupação é conseguir entrar 2015 equilibrados. Vamos fazer os cortes que forem necessários para entrar o ano com equilíbrio e continuar tocando as obras que, mesmo com dificuldades, estão em execução, como a Avenida Paulo Holanda e a obra da Avenida Litorânea, que vai ligar Cruz das Almas a Jacarecica. Claro que essas dificuldades prejudicaram bastante, mas, agora, nossa meta é equilibrar essas contas e entrar 2015 com a perspectiva de trabalhar a melhoria da receita própria porque sabemos que o FPM vai continuar com as mesmas dificuldades. Temos que olhar pra frente e encarar que toda crise é passageira e saber sair dela”, argumenta. Uma das promessas de deixar um legado de obras de impacto iniciadas ou concluídas em seu primeiro mandato são os projetos incluídos no PAC Mobilidade. A prefeitura solicitou cerca de R$ 250 milhões para tirar grandes projetos do papel, como a duplicação da Via Expressa e o Corredor Leste-Oeste. Para isso, terá que contrair um empréstimo de aproximadamente R$ 120 milhões junto ao BNDES. Apesar da crise financeira, Rui diz que o município tem boa capacidade de endividamento, pois não possui grandes pendências com a União ou instituições financeiras.

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