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‘�rea de Defesa Social precisa ser repensada em AL’, diz secret�rio

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Uma gestão de apenas oito meses na área mais vulnerável do atual governo e números que colocam Alagoas no topo do ranking da violência no país ao mesmo tempo que questionam a eficácia do plano Brasil Mais Seguro. Fazer uma reflexão sobre os últimos oito anos na área de segurança pública certamente não é uma tarefa fácil para o secretário que fecha a gestão Vilela. O juiz Diógenes Tenório assumiu o cargo avisando que não faria milagres e deixa a pasta acreditando ter feito alguma diferença, mas defendendo uma profunda mudança na forma como o Estado encara essa área. Embora mudanças visíveis na estratégia da segurança estadual não sejam percebidas pela população nem tenham se refletido no Mapa da Violência 2014, que mostra Alagoas com a maior taxa de homicídios do país com 64,6 mortes por cem mil habitantes, o secretário contesta os números e aponta o que considera avanços como a integração das polícias. O secretário também defende que o novo governo introduza uma rigorosa cobrança de metas por resultados dentro da estrutura da Segurança Pública. ?Fiz de tudo para o resgate da credibilidade e da integração das forças. Confesso: concluo que a pasta da Defesa Social deve ser repensada. É a instituição que mais necessita ser modernizada, tanto no plano das ações, quanto no plano das ideias?, argumenta. O que ele aponta como ?milagre? além da união dos órgãos policiais em ?todas as esferas? é a realização de operações com bons resultados e a redução da taxa de homicídios de acordo com as estatísticas da própria pasta. ?Temos promovidos inúmeras operações, com resultados indiscutíveis, contando, inclusive, com o apoio do Judiciário, via 17ª Vara e outros Juízos Criminais, do Ministério Público, via Gecoc, temos reduzido os índices da violência e do crime, mesmo diante do desemprego, da falta de opções de lazer para jovens e quase sem nenhum investimento na chamada prevenção primária dentro do Estado de Alagoas?, observa Tenório.

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